Lembre-se que o primeiro caminho direto até Deus é a oração. O segundo caminho é a alegria.
Autor: Paulo Coelho
quinta-feira, 21 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
Só a fé não basta, é preciso ação!
Num vale, bem longe da cidade, morava um homem piedoso que tentava viver em harmonia com a vontade de Deus. Um dia sobreveio uma grande tempestade. A chuva parecia que nunca mais ia parar e todo o vale foi sendo inundado. Quando as águas começaram a subir, o homem buscou refúgio no segundo andar da sua casa. Mas a chuva continuou, inclemente, e logo ele se viu obrigado a subir no telhado da casa. Foi quando apareceu uma canoa de salvamento para levá-lo a um lugar seguro. O homem, porém, mandou a canoa embora, dizendo:
– Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim.
A contragosto, os homens da canoa partiram. A tempestade, no entanto, continuou, e logo as águas já chegavam ao seu pescoço. Um segundo bote de salvamento apareceu, mas foi dispensado da mesma maneira: "Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim."
A chuva não dava sinais de se abater. As águas haviam subido tanto que o homem mal podia respirar pela boca e nariz, quando apareceu um helicóptero sobrevoando a região. Lançaram lá de cima uma escada de cordas para que subisse.
– Suba – insistiram os homens do helicóptero. – Nós o levaremos a um lugar seguro.
– Não – gritou o homem, repetindo as mesmas palavras. – Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim. – E mandou o helicóptero embora.
Mas a chuva não parou. As águas continuaram subindo e, por fim, o homem acabou morrendo afogado.
Foi para o céu. Passado não muito tempo concederam-lhe uma entrevista com Deus. Ao ser introduzido à presença do Todo-Poderoso, o homem falou da sua perplexidade.
– Senhor, eu tinha tanta fé em Vós. Eu acreditei em Vós de todo o meu coração. Orei sem cessar e procurei seguir a Vossa vontade. Simplesmente não entendo o que aconteceu.
Deus então coçou a cabeça e disse:
– Também não entendo. Eu lhe enviei dois botes de salvamento e um helicóptero!
Histórias da Alma, Histórias do Coração
Autora: Christina Feldman e Jack Kornfield
– Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim.
A contragosto, os homens da canoa partiram. A tempestade, no entanto, continuou, e logo as águas já chegavam ao seu pescoço. Um segundo bote de salvamento apareceu, mas foi dispensado da mesma maneira: "Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim."
A chuva não dava sinais de se abater. As águas haviam subido tanto que o homem mal podia respirar pela boca e nariz, quando apareceu um helicóptero sobrevoando a região. Lançaram lá de cima uma escada de cordas para que subisse.
– Suba – insistiram os homens do helicóptero. – Nós o levaremos a um lugar seguro.
– Não – gritou o homem, repetindo as mesmas palavras. – Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim. – E mandou o helicóptero embora.
Mas a chuva não parou. As águas continuaram subindo e, por fim, o homem acabou morrendo afogado.
Foi para o céu. Passado não muito tempo concederam-lhe uma entrevista com Deus. Ao ser introduzido à presença do Todo-Poderoso, o homem falou da sua perplexidade.
– Senhor, eu tinha tanta fé em Vós. Eu acreditei em Vós de todo o meu coração. Orei sem cessar e procurei seguir a Vossa vontade. Simplesmente não entendo o que aconteceu.
Deus então coçou a cabeça e disse:
– Também não entendo. Eu lhe enviei dois botes de salvamento e um helicóptero!
Histórias da Alma, Histórias do Coração
Autora: Christina Feldman e Jack Kornfield
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Homenagens as Mães
Se as coisas fossem mães .....
Se a Lua fosse mãe, seria mãe das estrelas,
O céu seria sua casa, casas das estrelas belas.
Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos,
O mar seria um jardim e os barcos seus caminhos.
Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas,
Conversaria com a Lua sobre as crianças estrelas,
Falaria de receitas, pastéis de vento, quindins,
Emprestaria a cozinha pra Lua fazer pudins.
Se a terra fosse mãe,, seria a mãe das sementes,
Pois mãe é tudo que abraça, que acha graça e ama a gente.
Se uma fada fosse mãe, seria a mãe da alegria,
Toda mãe é um pouco fada... Nossa mãe fada seria.
Se uma bruxa fosse mãe,
Seria mamãe gozada:
Seria a mãe das vassouras, da Família Vassourada!
Se a chaleira fosse mães, seria mãe da água fervida,
Faria chá e remédio para as doenças da vida.
Se a mesa fosse mãe,
As filhas sendo cadeiras,
Sentariam comportadas,
Teriam “boas maneiras”.
Casa mãe é diferente: Mãe Verdadeira, ou Postiça.
Mãe Vovó e Mãe Titia,
Maria, Filó, Francisca ......
Gertudres, Malvina, Alice,
Toda mãe é como eu disse.
Dona mamãe ralha e beija,
Erra, acerta, arruma a mesa,
Cozinha, escreve, trabalha fora,
Ri, esquece, lembra e chora,
Traz remédio e sobremesa...
Tem até Pai que é “Tipo mãe” ...
Esse, então, é uma beleza!,
Autora: Sylvia Orthoff
Livro – Se as coisas fossem mães
Se a Lua fosse mãe, seria mãe das estrelas,
O céu seria sua casa, casas das estrelas belas.
Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos,
O mar seria um jardim e os barcos seus caminhos.
Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas,
Conversaria com a Lua sobre as crianças estrelas,
Falaria de receitas, pastéis de vento, quindins,
Emprestaria a cozinha pra Lua fazer pudins.
Se a terra fosse mãe,, seria a mãe das sementes,
Pois mãe é tudo que abraça, que acha graça e ama a gente.
Se uma fada fosse mãe, seria a mãe da alegria,
Toda mãe é um pouco fada... Nossa mãe fada seria.
Se uma bruxa fosse mãe,
Seria mamãe gozada:
Seria a mãe das vassouras, da Família Vassourada!
Se a chaleira fosse mães, seria mãe da água fervida,
Faria chá e remédio para as doenças da vida.
Se a mesa fosse mãe,
As filhas sendo cadeiras,
Sentariam comportadas,
Teriam “boas maneiras”.
Casa mãe é diferente: Mãe Verdadeira, ou Postiça.
Mãe Vovó e Mãe Titia,
Maria, Filó, Francisca ......
Gertudres, Malvina, Alice,
Toda mãe é como eu disse.
Dona mamãe ralha e beija,
Erra, acerta, arruma a mesa,
Cozinha, escreve, trabalha fora,
Ri, esquece, lembra e chora,
Traz remédio e sobremesa...
Tem até Pai que é “Tipo mãe” ...
Esse, então, é uma beleza!,
Autora: Sylvia Orthoff
Livro – Se as coisas fossem mães
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